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Emocional

Não dá para passar um ano sem uma cena dessa em Grand Slam

Não dá para passar um ano sem uma cena dessa em Grand Slam

Roger Federer mostrou que não pode ser descartado como favorito a um torneio enquanto estiver no circuito. E o título no US Open lhe dá força para voltar a ser o que era antes do 2008 atribulado que teve. Foi ofensivo, excepcional na rede e soube usar muito bem o primeiro saque. Arrasou um Murray assustado e com a tática errada.

Um pentacampeonato mais do que merecido. Vencido na técnica e, principalmente, no emocional.

Veja os melhores momentos do terceiro set…

…e a cerimônia de premiação

Avaliação do US Open:

Rafael Nadal jogou no limite durante todo o torneio, mas deve voltar com força total nos primeiros torneios de 2009. Demorou um pouco mais neste ano, mas o espanhol sentiu o cansaço. E ainda assim teve seu melhor desempenho no torneio americado. Nada mal.

Roger Federer reencontrou o caminho dos grandes títulos e deixa no ar a promessa de um 2009 com intensas disputas pelo topo do ranking. E tem grandes chances de vencer ainda neste ano os Masters Series de carpete na Europa. Será que o Nalbandian ressurgirá mais uma vez?

Novak Djokovic perdeu pontos e mais um pouco do carisma no torneio. A derrota para Federer na semifinal foi indiscutível. O sérvio pareceu também mais desconcentrado que o normal e, se Murray mantiver o ritmo, terá que defender o terceiro posto do ranking freqüentemente.

Andy Murray encontrou seu jogo e, apesar de fazer uma final sem brilho, deve continuar incomodando os líderes do ranking. É habilidoso e tem físico que lhe permitem alterar a estratégia com facilidade. É bom ver um jogador assim. O quarto posto está em boas mãos.

Também destaco a participação de Juan Martin Del Potro, que aprendeu a ganhar e espero que ainda não tenha esquecido, de Andy Roddick, que mostrou um bom jogo e a vontade de vencer que não via nos olhos dele há algum tempo, do renascido Mardy Fish, que ainda deve fazer grande campanhas no carpete europeu com seu saque-e-voleio, e de Gael Monfils, que vem fazendo ótimos torneios e subindo rapidamente no ranking.

Os brasileiros deixaram uma boa impressão. Thomaz Bellucci perdeu de Del Potro na segunda rodada, mas deu trabalho ao argentino. Mostrou claramente que está evoluindo e que se adapta bem às quadras rápidas. Marcos Daniel, infelizmente, pegou Nalbandian logo de cara e foi eliminado por 3 a 0, sem muita conversa.

Thiago Alves, a surpresa verde-amarela, venceu uma batalha de cinco sets na estréia contra o chileno Paul Capdeville, mas pegou o futuro campeão Roger Federer na segunda rodada. O suíço venceu com facilidade, mas o Thiago mostrou um belo jogo.

Nas duplas, Melo/Sá não conseguiram repetir o desempenho de 2007 e ficaram nas oitavas-de-final. O resultado não é bom, mas também não é desastroso. Bruno Soares, desta vez ao lado do sérvio Dusan Vemic, chegou às quartas-de-final e se aproxima dos outros dois brasileiros para lutar pelo cargo de melhor duplista do país, atualmente ocupado por Marcelo Melo.

No feminino, Serena Williams venceu com maestria seu terceiro US Open e dá a entender que não vai largar tão cedo a condições de número 1 do ranking que obteve no torneio. A irmã mais nova das Williams tem um jogo mais preciso, com menos erros e variado que suas concorrentes. Belo título.

Jelena Jankovic finalmente chegou a uma final de Grand Slam. E não pode reclamar. Chegou lá com um jogo defensivo, mas que funcionou na maioria dos casos. Acabou perdendo a chance de reassumir o primeiro posto do ranking, mas é justificável.

Sai por baixo do torneio, principalmente, Ana Ivanovic, que, a exemplo de Wimbledon, vacilou nas primeiras rodadas do US Open, em uma atitude que não condiz com sua posição.

As russas Dinara Safina e Elena Dementieva, mais uma vez com bons resultados, roubaram as posições das compatriotas Maria Sharapova e Svetlana Kuznetsova no ranking e são a quinta e quarta da lista. E já ameaçam o terceiro posto de Ivanovic.

Ê você? Qual a sua avaliação do último Grand Slam do ano? Comente!

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Ascensão x Queda

gritos de glória e redenção

Murray e Federer: gritos de glória e redenção

Qualquer que seja o resultado da partida das 18h desta segunda-feira, a final adiada do US Open, teremos uma novidade no ano. Os dois finalistas, Andy Murray e Roger Federer, têm chances iguais de serem campeões.

Se Andy Murray vencer, acredito que será a confirmação do surgimento de uma quarta grande força pronunciada no circuito. Não dou isso como certeza porque ainda guardo dúvidas sobre a estabilidade do rapaz. Ele tem sido sensacional no US Open, jogando com muita resistência e convicção em sua estratégia, talvez seu maior trunfo, mas nunca se sabe quando vai perder a cabeça.

Por outro lado, pode ser uma marca da divisão de forças que o circuito pode ter a partir de agora. Daquelas coisas que fazem todo tenista top acreditar que pode vencer um Grand Slam sobre Nadal, Federer e Djokovic.

Um trecho da semifinal de Murray contra Nadal

Se Roger Federer vencer, será o último esforço para o suíço não jogar o ano fora. O único resultado que deve ter agradado o ex-número 1 foi a medalha de ouro olímpica nas duplas. ATP Tours, para o Fedex, não contam.

Será a morte e o renascimento, no mesmo ano, de um gênio e a promessa de um 2009 muito agitado. Alguns dirão “ah, Federer não enfrentou o Nadal, por isso venceu”. Pode até ser. Mas o espanhol jogou o torneio inteiro no limite físico, vinha de muitas competições em seqüência. Em um jogo entre os dois, provavelmente Federer teria mais oportunidades de vencê-lo do que normalmente. Foi o que ocorreu com Murray, e o britânico não desperdiçou as chances que teve.

Um trecho da semifinal de Federer contra Djokovic.

Game: Prometo que vou diminuir a freqüência dos meus palpites. Consegui errar TODOS os finalistas do US Open, no masculino e no feminino. Que fase! Fico quieto e não aposto em ninguém para a final. Sai, zica!

Set:
Na casa de apostas inglesa William Hill, Federer (1/2) é o favorito sobre Murray (13/8).

Match:
E que seja um grande jogo! Acompanhe aqui embaixo:

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US Open hoje

As críticas ao Federer são justas, mas totalmente embasadas na nossa condição de mal – ou bem – acostumados. A fase ruim do gênio inclui chegar em todas as semifinais do Grand Slam em um ano e mais: fez duas finais, por enquanto. Tem tenista por aí que venderia a alma ao diabo por isso.

E ontem o suíço espantou a zebra luxemburguesa Gilles Müller em três sets, dois deles no tiebreak, nas quartas-de-final do US Open. Vai pegar o Djokovic na semifinal de amanhã. O sérvio enfrentou a torcida americana, a tensão gerada pelos comentários do adversário e bateu Andy Roddick.

Só consegui assistir ao quarto set, que decretou a vitória de Djokovic. Vi um jogo de muitos aces e com dois tenistas arriscando bastante do fundo de quadra. Foi um final de partida nervoso.

Mulheres pela final

Hoje ocorrem as semifinais femininas do US Open. Jelena Jankovic enfrenta Elena Dementieva às 14h e Serena Williams pega Dinara Safina na seqüência. Como já falei aqui, acredito em uma final russa. Na minha opinião, Dementieva é, entre as quatro, quem vem jogando melhor no torneio.

Ah, também tem a final de duplas masculinas. Os irmãos americanos Bob e Mike Bryan pegam o indiano Leander Paes e o checo Lukas Dlouhy.

A programação completa está aqui (com horários de NY, some uma hora para Brasília) e as chaves você pode encontrar na barra aí ao lado, na seção torneios.
Os principais jogos você acompanha aqui embaixo:

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US Open hoje

O funil do US Open continua. Nadal conseguiu chegar à semifinal do torneio pela primeira vez ao bater Mardy Fish, tenista da casa. Fish até deu trabalho, ganhou o primeiro set, mas foi irregular nos seguintes. O espanhol aproveitou e venceu a partida. Mas mostrou um pouco de pressa em definir os pontos.

Nadal pega Andy Murray, que derrotou a sensação Juan Martin Del Potro por 3 a 1, em jogo apertado. Vai ser mais uma partida imperdível que provavelmente vou perder por causa do trabalho.

No feminino, Serena Williams acabou com a festa da irmã Venus em dois tiebreaks e vai enfrentar Safina, a irmã equilibrada de Safin. A russa vai ter seu confronto mais difícil até agora, contra uma tenista que não costuma errar tanto quanto as outras adversárias.

Semi quase definida

Os destaques do torneio hoje são os outros dois jogos de quartas-de-final no masculino. Roger Federer tenta espantar a zebra Gilles Müller, que eliminou Davydenko e Haas, entre outros. O suíço deve ganhar e chegar à semifinal se jogar como contra Stepanek. Mas se atuar como contra Andreev teremos mais um jogo tenso.

Grande jogo para fechar o dia na quadra central, a Arthur Ashe. Djokovic encara o embalado Roddick. Apesar de ter apostado no sérvio, o Psycho Kid está jogando muito bem em casa e tem um pouco mais de chances de vencer. Só um pouco. E vamos ver como Nole vai reagir aos comentários do americano, que teria sugerido que ele finge lesões. Será que vai pedir atendimento?

A programação completa está aqui (com horários de NY, some uma hora para Brasília) e as chaves você pode encontrar na barra aí ao lado, na seção torneios.
Os principais jogos você acompanha aqui embaixo:

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Ele tem tênis para aprontar mais no US Open?

Ele tem tênis para aprontar mais no US Open?

É a maior surpresa do US Open até o momento. A maior, também, em um Grand Slam na temporada. Afinal, o luxemburguês Gilles Müller foi o 59º do mundo, em agosto de 2005, mas ocupa atualmente a modesta posição de número 130.

Não é nenhum moleque. Tem 25 anos, oito deles como tenista profissional. Seus melhores resultados foram obtidos como juvenil. Foi número 1 do mundo na categoria em 2001, venceu o US Open e foi vice-campeão de Wimbledon.

Ele é, então, mais uma daquelas promessas que não vingaram. No caso dele, uma daquelas promessas que dão o ar da graça de tempos em tempos e aprontam para cima de um favorito. Venceu Nadal em Wimbledon, em 2005, e Agassi, em 2004, em Washington.

A vitória mais marcante talvez tenha sido sobre Andy Roddick, então número 3 do mundo, na estréia do US Open de 2005. Foram 3 sets a 0, com três tie-breaks. Só que na segunda rodada o rapaz resolve perder para o Robby Ginepri…

Três anos depois ele volta a fazer das suas no torneio americano. Passou o qualify e venceu o convidado francês Laurent Recouderc, Tommy Haas (que eliminou Gasquet) e o cabeça 18, Nicolas Almagro. Nas oitavas-de-final, bateu o russo Nikolay Davydenko, cabeça 5.

Até agora não enfrenteu nenhum grande favorito. Davydenko teve um início de temporada bom, mas caiu de rendimento e afirmou que não estava bem fisicamente para o último Grand Slam do ano.

O verdadeiro desafio vem agora. Vai pegar um Federer sedento por redenção, que, no entanto, ainda sofre com as falhas e a inconstância que tanto o castigaram neste ano. Acho que acabou para o azarão…

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Para quem interessar, o site da ATP completa o perfil de Müller. Seu apelido é “Mulles”, o pai trabalha como agente postal, a mãe é dona de casa e ele tem um irmão que trabalha em uma companhia de seguros. Como não é bobo, tem Agassi e Sampras como ídolos.

Freqüentou a escola em Luxembrugo até os 16 anos, depois foi para a França, onde estudou por mais um ano. Gosta de futebol, música e sair com os amigos. Fala inglês, francês, alemão e luxemburguês.

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US Open hoje

Temi por Federer. Pensei que cairia diante do Andreev, mas se recuperou e venceu por 3 a 2, como era o esperado. Pega agora a surpresa Gilles Muller, que despachou Davydenko por 3 a 1. Vou fazer um post ainda hoje sobre o Muller, a maior zebra da chave masculina.

Djokovic também teve que ralar para derrotar o Robredo por 3 a 2, e o desgaste físico pode lhe trazer grandes problemas contra Andy Roddick. O americano passou com incrível facilidade por um González que errou muito no último jogo da quadra central. Sem tirar os méritos de Roddick, que fez uma grande partida.

No feminino, sem zebras. Dementieva e Jankovic despacharam suas adversárias nas quartas-de-final com certa facilidade e se encontram na semifinal. Está 4 a 3 para a sérvia no confronto direto entre as duas e 3 a 2 em quadras duras, também para Jankovic. Acho que vai empatar tudo.

A lamentação do dia foi a eliminação do último brasileiro na chave profissional. Bruno Soares, ao lado do sérvio Dusan Vemic, caiu nas quartas-de-final para os argentinos Juan Monaco e Maximo Gonzalez. Não é tirar toda a culpa do brasileiro, mas o Vemic não jogou nada.

Tá pegando fogo!

Hoje saem os primeiros semifinalistas, tanto no masculino como no feminino. Entre os homens, a primeira partida reúne Juan Martin Del Potro e Andy Murray. Tem tudo para ser um jogo de cinco sets, com os dois tenistas em grande fase. Não dá para perder.

O jogo de Nadal, à noite, contra Mardy Fish, vai servir para vermos se o espanhol tem pique para faturar o título. Lembrem-se de que ele passou um pouco de sufoco contra o também americano Sam Querrey nas oitavas-de-final. É bom ficar de olho. Não acredito em zebra. Só garanto o Nadal na semi, no outro jogo não sou maluco de opinar.

E no feminino tem Safina x Pennetta e o duelo das irmãs Williams. Se sacar bem, Safina não deve ter muitas dificuldades. Agora, no outro jogo, é o mesmo caso de Del Potro x Murray, depende de qual irmã vai acordar mais disposta a causar um desconforto familiar.

A programação completa está aqui (com horários de NY, some uma hora para Brasília) e as chaves você pode encontrar na barra aí ao lado, na seção torneios.
Os principais jogos você acompanha aqui embaixo:

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US Open hoje

Depois de um final de semana de descanso e uma segunda-feira movimentada, cá estamos de novo. Pena que perdi o timing de comentar muita coisa no US Open. Passando rapidamente:

  • Nadal teve que ralar e lidar com o cansaço, mas passou por Querrey, como tinha de ser.
  • Acho uma pequena zebra o Fish passar do Monfils. Mas o americano mereceu.
  • Del Potro já chegou onde falei que ele chegaria, nas quartas-de-final.
  • Vai pegar um Murray que, como sempre, tem bons e maus momentos. Vi o final do jogo dele contra o Wawrinka. O britânico só levantava a bola. Foi assim o jogo inteiro?
  • No feminino, assim como no masculino, minha favorita continua no torneio. Safina deve pegar na semifinal uma das irmãs Williams. Na parte de baixo da chave, deve dar Dementieva contra Jankovic. Mas, como sabemos, tudo pode acontecer…

Hoje tem a continuação das oitavas-de-final no masculino, com duelos entre Robredo x Djokovic, Andreev x Federer, Roddick x Gonzalez e Davydenko x Gilles Miller.

As semifinais desse lado devem ser entre Djokovic x Federer e Roddick x Davydenko. A maior dúvida é mesmo no jogo do Roddick. Como o americano vem jogando bem em casa, fico com ele.

No feminino tem os jogos da Dementieva e da Jankovic. E o brasileiro solitário na chave profissional, Bruno Soares, joga ao lado de Dusan Vemic contra os argentinos Maximo Gonzalez e Juan Monaco, pelas quartas-de-final das duplas.

A programação completa está aqui (com horários de NY, some uma hora para Brasília).
Os principais jogos você acompanha aqui embaixo:

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