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As desejadas medalhas olimpicas - Divulgação

As desejadas medalhas olímpicas - Divulgação

Djokovic caiu, mais uma vez, do lado da chave de Nadal.
Federer tem alguns jogos interessantes – e perigosos – pela frente.
Acredito que Bellucci possa avançar umas rodadas.
Não penso o mesmo de Marcos Daniel.
e Melo terão várias pedreiras nas duplas, vai ser complicado.
No feminino, as líderes Ivanovic e Jankovic não devem ter problemas nas primeiras rodadas. Fiquem de olho na Safina.

É para apostar? Sérvia, com Djokovic e Ivanovic.

No mais, fiquem com as chaves olímpicas.

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A sérvia Jelena Jankovic também pode se dar bem nesta semana - Sportsgraphic

A sérvia Jelena Jankovic também pode se dar bem nesta semana - Sportsgraphic

Esta semana pode entrar para a história do tênis devido às possíveis mudanças no topo dos rankings da ATP e da WTA. Com três vitórias no Masters Series de Cincinnati, Nadal desbanca Federer e passa a ser o número 1 do mundo na segunda-feira. Com duas, a sérvia Jelena Jankovic termina o curto reinado da compatriota Ana Ivanovic e assume a liderança.

Atualização do blog: Se vencer o equatoriano Nicolas Lapentti nesta sexta-feira, Nadal garante a liderança no ranking em 18 de agosto, quando serão descontados os pontos de Cincinnati 2007.

O melhor número 2 da história

Sempre firme, concentrado e com um discurso modesto, Nadal não demonstra que pode ser o responsável pela principal revolução dentro das quadras de tênis dos últimos anos. Federer agarrou o número 1 em 2 de fevereiro de 2004 e não largou mais. São quase quatro anos e meio de dinastia.

Nadal tornou-se o número 2 do mundo em 25 de julho de 2005, aos 19 anos, e desde então não fez menos de 4.400 pontos em uma temporada. Seu jogo não é brilhante como o de Federer, nem tão técnico. É, sim, surpreendentemente intenso e regular.

Mais do que a má fase do suíço, a possibilidade de ser o líder é fruto da persistência e da garra do espanhol de Mallorca, dono também da maior capacidade de concentração do circuito. Semana que vem ou um pouco mais tarde, veremos o rei do topspin no topo do mundo.

Da Sérvia, com carinho

Se no masculino as mudanças demo(ra)ram, no feminino poderemos ter a quarta número 1 do mundo diferente em menos de três meses. Com a queda da sérvia Ana Ivanovic, sua compatriota Jelena Jankovic deve assumir o posto se chegar à final em Montreal. Justine Henin e Maria Sharapova vieram antes.

Está tudo muito embolado. Nada impede que tenhamos mais trocas no topo da WTA ainda neste ano. Isso se deve principalmente à inconstância das jogadoras, que fazem uma grande campanha aqui, outras três derrotas inexplicáveis ali, e assim vai.

Uma explicação para isso pode ser a padronização irritante no jogo, o que talvez torne mais interessante a beleza das tenistas do que o esporte em si. Não interessa a superfície, a pancada no fundo da quadra persiste. Tem dia que entra e você ganha, tem dia que não entra e você perde. Dá para contar nos dedos a quantidade de slices dados no jogo, e metade deles não passa da rede.

De qualquer maneira, alguma coisa o(a) atleta tem de ter de especial para dominar seu esporte no mundo. Mérito também da Jankovic, que enfrenta uma maratona de torneios, mesmo machucada.

Sem dúvida, os futuros novos líderes tem a garra como marca.

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Drop shot 1: Se o lado ruim é a possibilidade de vermos a bela Ana Ivanovic sair do topo da WTA, o lado bom é que quem a derrotou foi a Tamira Paszek, treinada pelo Larri Passos. Boa, Larri!

Drop shot 2: Se Justine Henin estivesse jogando, seria bem provável que nenhuma mudança estivesse acontecendo no número 1 feminino…

Mea culpa: No post Mudanças no topo? Só depois de Pequim errei nos cálculos, eu admito. Mas, convenhamos, não está tão simples fazer a conta do ranking neste ano de torneios antecipados, Olimpíadas

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