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Posts Tagged ‘murray’

Nada como um período pós-Grand Slam para darmos importância a coisas inúteis. Depois de um dia que teve Rafael Nadal amarrando um paletó na cintura para esconder um buraco na calça, também vou abrir um espaço aqui para coisas que encontro na internet, curiosidades que leio, vídeos e tudo mais.

O pessoal do site oficial do Andy Murray parece estar fazendo o mesmo. Empolgado com a excelente campanha do britânico no US Open, resgatou um vídeo em que ele faz estripulias com uma bolinha de tênis. Coisa de Ronaldi… de Robin… err, melhor deixar pra lá. Confiram o vídeo do lado futebolístico do cara.

Game: No final rola um “modesto” Human after all (Humano, apesar de tudo ou acima de tudo)

Set: Hoje (sexta), a partir das 14h, tem a semifinal do II Troféu Brasil de Tênis, entre clubes. Thomaz Bellucci entra em quadra para representar o Pinheiros, de São Paulo, contra um atleta da Sogipa, de Porto Alegre. No sábado tem a final. O Minas, de Melo/Sá, já está classificado para a decisão. Os jogos terão transmissão pelo SporTV 2.

Match: Dá para ter um aperitivo — bem pequeno, é verdade — do que os brasileiros podem fazer em uma quadra rápida como a que vão encontrar na Croácia, no final de semana seguinte pela repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. A Federação Internacional de Tênis mede a velocidade das superfícies em uma escala de 1 a 5. Aqui, está entre 3 e 4. Lá na Croácia, em 4.

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Emocional

Não dá para passar um ano sem uma cena dessa em Grand Slam

Não dá para passar um ano sem uma cena dessa em Grand Slam

Roger Federer mostrou que não pode ser descartado como favorito a um torneio enquanto estiver no circuito. E o título no US Open lhe dá força para voltar a ser o que era antes do 2008 atribulado que teve. Foi ofensivo, excepcional na rede e soube usar muito bem o primeiro saque. Arrasou um Murray assustado e com a tática errada.

Um pentacampeonato mais do que merecido. Vencido na técnica e, principalmente, no emocional.

Veja os melhores momentos do terceiro set…

…e a cerimônia de premiação

Avaliação do US Open:

Rafael Nadal jogou no limite durante todo o torneio, mas deve voltar com força total nos primeiros torneios de 2009. Demorou um pouco mais neste ano, mas o espanhol sentiu o cansaço. E ainda assim teve seu melhor desempenho no torneio americado. Nada mal.

Roger Federer reencontrou o caminho dos grandes títulos e deixa no ar a promessa de um 2009 com intensas disputas pelo topo do ranking. E tem grandes chances de vencer ainda neste ano os Masters Series de carpete na Europa. Será que o Nalbandian ressurgirá mais uma vez?

Novak Djokovic perdeu pontos e mais um pouco do carisma no torneio. A derrota para Federer na semifinal foi indiscutível. O sérvio pareceu também mais desconcentrado que o normal e, se Murray mantiver o ritmo, terá que defender o terceiro posto do ranking freqüentemente.

Andy Murray encontrou seu jogo e, apesar de fazer uma final sem brilho, deve continuar incomodando os líderes do ranking. É habilidoso e tem físico que lhe permitem alterar a estratégia com facilidade. É bom ver um jogador assim. O quarto posto está em boas mãos.

Também destaco a participação de Juan Martin Del Potro, que aprendeu a ganhar e espero que ainda não tenha esquecido, de Andy Roddick, que mostrou um bom jogo e a vontade de vencer que não via nos olhos dele há algum tempo, do renascido Mardy Fish, que ainda deve fazer grande campanhas no carpete europeu com seu saque-e-voleio, e de Gael Monfils, que vem fazendo ótimos torneios e subindo rapidamente no ranking.

Os brasileiros deixaram uma boa impressão. Thomaz Bellucci perdeu de Del Potro na segunda rodada, mas deu trabalho ao argentino. Mostrou claramente que está evoluindo e que se adapta bem às quadras rápidas. Marcos Daniel, infelizmente, pegou Nalbandian logo de cara e foi eliminado por 3 a 0, sem muita conversa.

Thiago Alves, a surpresa verde-amarela, venceu uma batalha de cinco sets na estréia contra o chileno Paul Capdeville, mas pegou o futuro campeão Roger Federer na segunda rodada. O suíço venceu com facilidade, mas o Thiago mostrou um belo jogo.

Nas duplas, Melo/Sá não conseguiram repetir o desempenho de 2007 e ficaram nas oitavas-de-final. O resultado não é bom, mas também não é desastroso. Bruno Soares, desta vez ao lado do sérvio Dusan Vemic, chegou às quartas-de-final e se aproxima dos outros dois brasileiros para lutar pelo cargo de melhor duplista do país, atualmente ocupado por Marcelo Melo.

No feminino, Serena Williams venceu com maestria seu terceiro US Open e dá a entender que não vai largar tão cedo a condições de número 1 do ranking que obteve no torneio. A irmã mais nova das Williams tem um jogo mais preciso, com menos erros e variado que suas concorrentes. Belo título.

Jelena Jankovic finalmente chegou a uma final de Grand Slam. E não pode reclamar. Chegou lá com um jogo defensivo, mas que funcionou na maioria dos casos. Acabou perdendo a chance de reassumir o primeiro posto do ranking, mas é justificável.

Sai por baixo do torneio, principalmente, Ana Ivanovic, que, a exemplo de Wimbledon, vacilou nas primeiras rodadas do US Open, em uma atitude que não condiz com sua posição.

As russas Dinara Safina e Elena Dementieva, mais uma vez com bons resultados, roubaram as posições das compatriotas Maria Sharapova e Svetlana Kuznetsova no ranking e são a quinta e quarta da lista. E já ameaçam o terceiro posto de Ivanovic.

Ê você? Qual a sua avaliação do último Grand Slam do ano? Comente!

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